Molon participa de evento sobre Programas de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas
Quase 700 pessoas estão em programas de proteção a vítimas e testemunhas de crimes no Brasil. É o que mostra balanço da Coordenação-Geral de Proteção a Testemunhas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, divulgado nesta terça-feira (7), durante o Encontro Brasileiro dos Programas de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas, em Brasília.
Na abertura da mesa de debate do encontro, Molon afirmou que o programa precisa aumentar seus recursos e disse que irá estimular seus colegas parlamentares a destinarem emendas individuais ao orçamento da União para o programa. “Por esta razão, em 2011, apresentei emenda parlamentar destinando verba para o Sistema Nacional de Proteção a Pessoas Ameaçadas”, disse.
O evento promoveu o encontro de toda a rede de apoio a vítimas e mostrou a força desse programa considerado prioritário pela presidente Dilma Rousseff.
“Os programas de proteção a pessoas ameaçadas são importantes porque se destinam a proteger o Molon participa de evento sobre Programas de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas Molon participa de evento sobre Programas de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas Molon participa de evento sobre Programas de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas direito humano mais fundamental de todos: a vida, que é o bem maior que o Estado deve proteger”, afirmou.
Para Molon, esses programas também são essenciais já que protegem pessoas que seriam assassinadas para evitar que a justiça seja feita, garantir a impunidade e impedir o avanço da luta social no Brasil.
Segundo Luciana Garcia, coordenadora do programa, a maioria dos protegidos testemunhou tráfico de drogas, corrupção ativa e crimes cometidos por grupos armados, como assassinatos. No Norte do país, as denúncias estão relacionadas à disputa de terra, como grilagem. Nos programas, as testemunhas, vítimas e suas famílias são obrigadas, em muitos casos, a mudar de estado.
A ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse que o desafio é o cumprimento da lei, em vigor desde o ano passado, que prevê agilidade nos processos judiciais e inquéritos com participação das pessoas protegidas. Ela fez um balanço dos 15 anos do programa e defendeu o seu aprimoramento, fortalecimento e maior aporte orçamentário.
Com Agência Brasil
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