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	<title>Alessandro Molon</title>
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	<description>Site do Deputado Federal Alessandro Molon</description>
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		<title>[O GLOBO] Tim Wu, pai do conceito de neutralidade de rede, apoia o Marco Civil da Internet no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 16:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberativismo]]></category>

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		<description><![CDATA[LONDRES &#8211; Depois de o “pai da World Wide Web”, Tim Berners-Lee, ter recentemente apoiado o Marco Civil da Internet no Brasil, o texto do projeto de lei agora tem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LONDRES &#8211; <a href="http://www.molon1313.com.br/o-globo-pai-da-web-apoia-marco-civil-da-internet-brasileira/">Depois de o “pai da World Wide Web”, Tim Berners-Lee, ter  recentemente apoiado o Marco Civil da Internet no Brasil, </a>o texto do  projeto de lei agora tem também o apoio do “pai da neutralidade de  rede”, Tim Wu.</p>
<p>Wu cunhou o conceito de neutralidade de rede no seu  artigo “Neutralidade de Rede, Discriminação da Banda Larga” (“Network  Neutrality, Broadband Discrimination”). Professor da Universidade de  Columbia e especialista em políticas de telecomunicações, também é  consultor sênior da Federal Trade Commission, nos EUA, para a proteção  de consumidores e da competitividade em temas que afetam a Internet e os  mercados de telefonia móvel. As citações de Wu abaixo são trechos de  uma entrevista concedida em Londres, quando nos encontramos nos  bastidores da Conferência Open Rights Group Conference.</p>
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<p>“Neutralidade  de rede é um princípio muito simples, que sugere que você tem o direito  de acessar a informação que quiser, é sobre a liberdade das pessoas de  se comunicarem”, explica ele. “Diz respeito à liberdade de expressão no  nosso tempo, pois protege o direito de pessoas criarem websites, blogs,  páginas wikis, o que for, e poder alcançar outros usuários. É algo que  consideramos implícito na internet, mas sem isso a internet não é nada,  sem isso a internet seria apenas como a televisão, ou qualquer outro  meio onde você recebe informação de forma passiva. É um princípio muito  importante se os usuários quiserem preservar o dinamismo e a liberdade  que a internet nos trouxe.”</p>
<p>Parece algo que obviamente queremos  proteger, mas assegurar o princípio da neutralidade de rede tem sido um  dos pontos controversos para a aprovação do Marco Civil, projeto de lei  que visa garantir direitos e estabelecer deveres na utilização da  internet no Brasil. Produto de uma consulta pública on-line e off-line  inclusiva e inovadora que se tornou referência internacional, o texto  chegou ao Congresso Nacional com ampla aprovação e atualmente tramita na  Câmara dos Deputados, mas suas votações tem sido consecutivamente  adiadas. Umas das principais razões? As empresas de telecomunicações têm  oferecido grande oposição às provisões que tratam da neutralidade de  rede, sob o argumento equivocado de que proteger a neutralidade poderia  encarecer o custo da conexão. Wu aponta muito bem o que está por trás  desse tipo de argumento:</p>
<p>“Às vezes ouço empresas afirmarem que, se  temos neutralidade de rede, não poderemos vender pacotes distintos, mas  esse é um argumento equivocado. É perfeitamente legítimo que o provedor  de internet ofereça uma internet mais rápida ou mais banda por um preço  mais alto, da mesma forma como, ao usarmos mais eletricidade, pagamos  mais. Isso é normal e não diz respeito à neutralidade de rede. Mas o que  eles querem fazer é ter o poder de bloquear certas coisas e forçar você  a consumir outras, cobrando preços diferentes para o tipo de conteúdo  que se acessa. Isso será ruim para todos, será como a TV a cabo  funciona, será mais caro e pior. É isso o que eles querem. Ter acesso a  uma internet mais rápida, por um preço um pouco maior é OK, mas todos  esses pacotes malucos são ruins para o consumidor.”</p>
<p>Depois de  avaliar o texto do Marco Civil sobre a neutralidade de rede, Tim Wu  encerrou a entrevista explicando por que é importante para o Brasil  aprovar esse projeto de lei:</p>
<p>“O Brasil tem uma grande reputação de  ser um lugar culturalmente vibrante, dinâmico, uma liderança no mundo  em várias áreas, com novas empresas, novas ideias… É por isso que a  neutralidade da rede é importante. A neutralidade da rede favorece os  pequenos. Os comunicadores, os criadores, as pequenas empresas, os  empreendedores. Limita o poder das grandes empresas de controlar as  pequenas empresas. Considero que o Brasil está crescendo com base no  empreendedorismo e nas indústrias criativas. Por isso, é muito  importante para o futuro do Brasil, como um centro de inovação em  internet no Sul Global, que o país aprove e respeite os principios da  neutralidade de rede.”</p>
<p>Depois de um processo tão democrático, do  apoio de usuários, empresas de TI, teóricos da rede e comunidade técnica  nacional e internacional, fica a pergunta: o que estamos esperando para  aprovar o Marco Civil no Brasil?</p>
<p>Por: Joana Varon Ferraz,  pesquisadora e coordenadora de projetos do Centro de Tecnologia e  Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (CTS/FGV).<br />
FONTE: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/oglobo.globo.com/tecnologia/tim-wu-pai-do-conceito-de-neutralidade-de-rede-apoia-marco-civil-da-internet-no-brasil-8695505');"  href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/tim-wu-pai-do-conceito-de-neutralidade-de-rede-apoia-marco-civil-da-internet-no-brasil-8695505">O GLOBO</a></p>
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		<title>[TRIBUNA DO ADVOGADO] A insensatez no Congresso &#8211; Artigo de Molon</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 14:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Royalties do Petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como numa corrida desenfreada, em que vale pisotear nos demais participantes para chegar primeiro, parlamentares de estados não produtores de petróleo lançaram mão de recursos dignos dos desesperados para usurpar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como numa corrida desenfreada, em que vale pisotear nos demais participantes para chegar primeiro, parlamentares de estados não produtores de petróleo lançaram mão de recursos dignos dos desesperados para usurpar os royalties dos campos já licitados dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. Rompendo o pacto federativo, a nova lei de distribuição dos royalties aprovada feriu não apenas os direitos desses estados, mas a Constituição.</p>
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<p>Assistimos, no fim de 2012, ao Congresso inventar uma urgência para apreciação do veto da presidenta Dilma Rousseff ao projeto dos royalties, veto este que tinha a intenção de preservar a atual partilha para contratos já assinados. A vontade da maioria era fazer com que a apreciação deste veto furasse uma fila cultivada pelo marasmo da casa há mais de 12 anos. Com base no mandado de segurança que impetrei no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Fux determinou que os mais de três mil vetos pendentes deveriam ser votados em ordem cronológica.</p>
<p>Esta demonstração de sensatez não ecoou entre os corredores da casa. Todos os vetos pendentes foram compilados em 463 folhas, em uma tentativa de votação em bloco que expôs o Congresso ao ridículo. Falhou.</p>
<p>Com a virada de ano, mais uma demonstração de ganância: o veto da presidenta Dilma foi apreciado e derrubado em uma sessão tumultuada, evidenciando o fracasso do Parlamento em fazer política. Representantes de estados não produtores se mostraram irredutíveis, e uma saída negociada foi por água abaixo, restando aos estados produtores apelar novamente ao equilíbrio do STF, pois a nova partilha entraria imediatamente em vigor.</p>
<p>Diante da responsabilidade de ter o destino de ao menos três estados nas mãos, a ministra Cármen Lúcia deferiu uma prudente liminar, adiando a redistribuição dos recursos até que o STF julgasse o mérito da ação. Ou seja, decidisse se a nova partilha é constitucional ou não. A ministra reconheceu os riscos “inegáveis à segurança jurídica, política e financeira dos estados e municípios” e evitou, assim, danos irreversíveis aos estados produtores.</p>
<p>Os royalties são uma compensação aos estados produtores de petróleo, que devem investir em infraestrutura e serviços públicos para absorver a chegada de pessoas atraídas pela exploração do recurso. Além, é claro, de arcar com as consequências ambientais. O derramamento de óleo em São Sebastião (SP), ocorrido em março deste ano, é um exemplo do motivo de existir o artigo 20 da Constituição. O óleo atingiu pelo menos dez praias da região e o custo ambiental, econômico e turístico do desastre não foi dividido entre os estados não produtores.</p>
<p>O Congresso parece não lembrar, também, que, na Constituinte, foi estabelecido que o ICMS sobre petróleo e derivados fosse arrecadado no estado consumidor, tendo como contrapartida aos produtores os royalties pela extração. O Parlamento erra ao separar a análise de mudanças no ICMS, da divisão dos royalties e do Fundo de Participação dos Estados. Deveria encarar este episódio como uma oportunidade de repensar o pacto federativo, sob pena de vermos mais decisões serem tomadas isoladamente, provocando desequilíbrio.</p>
<p>Aguardamos uma resposta positiva e definitiva do STF neste julgamento. Quem sabe assim alguns parlamentares recobram o bom senso e, inspirados pela demonstração de lucidez, aproveitam para destinar os royalties do petróleo à educação.</p>
<p>A proposta é defendida pela presidenta Dilma, mas não foi adiante com a medida provisória editada pelo governo em dezembro de 2012, que expirou antes de ser apreciada. Para garantir que seja cumprida a meta do Plano Nacional de Educação para o período entre 2011 e 2020, que estabelece 10% do PIB para a área, apresentei o Projeto de Lei nº 5453. Nele, 100% dos royalties do petróleo têm destino certo: a educação.</p>
<p>Com este investimento, teremos um legado que sobreviverá para além da exploração de nossos recursos finitos. Teremos jovens e profissionais capacitados, que renovarão e sustentarão nossa economia, como aconteceu em países da Ásia que investiram pesado em educação. Não à toa, Coreia do Sul, Hong Kong, Japão e Cingapura estão entre os cinco mais bem colocados no Índice Global de Habilidades Cognitivas e Realizações Educacionais, organizado pela Pearson e divulgado no fim do ano passado. Já o Brasil é o penúltimo entre 40 países.</p>
<p>É hora, portanto, de repensar o pacto federativo e reorganizar a distribuição de recursos. Mais do que isso, é hora também de centrar os investimentos em educação de qualidade e pensar no futuro que queremos para o Brasil.</p>
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		<title>[O GLOBO] Marco Civil da internet deve voltar à pauta</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 13:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberativismo]]></category>

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		<description><![CDATA[BRASÍLIA — As revelações de monitoramento da internet feitas pelos Estados Unidos, que chocaram o mundo, deverão reacender as discussões em torno do Marco Civil da internet no Congresso Nacional....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA — As revelações de monitoramento da internet feitas pelos  Estados Unidos, que chocaram o mundo, deverão reacender as discussões em  torno do Marco Civil da internet no Congresso Nacional. Os artigos mais  polêmicos do projeto são os que tratam da neutralidade da rede, de  direito autoral e da privacidade dos dados dos usuários — a guarda dos  registros de conexão, que muitos consideram um fator de insegurança e  risco para os internautas. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo,  disse ao GLOBO que o governo precisa ter uma política para dar garantias  ao cidadão brasileiro de privacidade no uso da internet.</p>
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<p>Representantes  do governo, entre eles, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardoso, e  da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, deverão se reunir esta semana para  discutir formas de acelerar a adoção de medidas e avaliar que tipo de  reforço precisará ser dado a esta política. Paulo Bernardo defende que o  projeto de lei de Proteção de Dados Pessoais, que passou por consulta  pública e está tramitando no governo, seja concluído e enviado  rapidamente ao Congresso.</p>
<p>O deputado Alessandro Molon (PT/RJ),  relator do Marco Civil da Internet na Câmara, disse que o projeto está  pronto. Ele contou que a presidência da Câmara pediu que os partidos  indicassem as prioridades de votação e que o PT apontou o Marco Civil. A  expectativa é de que outros partidos também apoiem a regulamentação,  porque ela protege o usuário.</p>
<p>— O escândalo dos EUA deverá  contribuir para acelerar a votação do Marco Civil da Internet. É um  projeto de direitos humanos, de liberdade de expressão, da privacidade e  da segurança na rede — disse o parlamentar.</p>
<p>O artigo 12 da  proposta do Marco Civil impede que as empresas guardem os dados dos  usuários (logs). Mas foi apresentada uma emenda que retirava esse artigo  do projeto. Segundo especialistas, ela acaba com a privacidade do  usuário, porque permite que os provedores de conexão armazenem os  registros dos usuários de internet.</p>
<p>Eduardo Levy,  diretor-executivo do SindiTelebrasil, associação das empresas de  telecomunicações, comparou a proposta de “guarda de logs” ao sistema  usado pelas operadoras para armazenar registros das ligações.</p>
<p>—  Elas não guardam conteúdo. Guardamos por cinco anos as ligações feitas  do celular. Não sei o que falou, mas sei de onde discou, para quem  discou e quanto tempo falou. O equivalente a isto é guardar logs —  disse.</p>
<p><strong>Sem regulação, órgãos do governo criam suas regras</strong></p>
<p>Várias  iniciativas da sociedade e mesmo de órgãos ligados ao governo vem  demonstrando a necessidade de o Congresso agilizar a análise e a  aprovação do Marco Civil da Internet. Mas a votação no plenário da  Câmara já foi adiada seis vezes. Para o ministro das Comunicações, Paulo  Bernardo, o Marco Civil da Internet resolve parte dos problemas de  segurança na rede. Ele disse que o país tem aproximadamente 100 milhões  de usuários de internet, sendo que 90% deles têm conta nas empresas de  tecnologia, porque têm um email.</p>
<p>— O caso é de se retomar a  discussão, ver se precisa fazer alguma adequação para prevenir coisas  como as que aconteceram nos EUA e votar — disse.</p>
<p>Para o presidente da Abert, Daniel Slaviero, a regulação da Internet é urgente.</p>
<p>—  O Congresso tem em mãos um projeto amplamente discutido, que prevê  regras claras para garantir na internet um ambiente saudável para as  empresas, a proteção aos direitos de autor, a necessária privacidade e a  imprescindível liberdade de expressão — observou.</p>
<p>A comissão de  Ciência e Tecnologia do Senado decidiu começar as discussões sobre o  Marco Civil da Internet antes mesmo que a Câmara aprove o projeto e  realizar uma audência pública sobre o tema. O deputado Alessandro Molon  (PT-RJ), relator da proposta na Câmara, disse que é “raríssimo” o Senado  começar as discussões antes da Câmara aprovar um projeto, o que  demonstra a urgência da sociedade em ter uma lei para o setor.</p>
<p>A  Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também não esperou pelo  Congresso e aprovou, no fim de maio, mudanças no regulamento do Serviço  Comunicação Multimídia (SCM, ou banda larga) que permitem guarda de  registros de conexões por um ano. O diretor relator da matéria na  Anatel, Marcelo Bechara, disse que a medida atende pedido do Ministério  Público Federal e da Polícia Federal. O que não pode haver é uma quebra  de sigilo “indiscriminada”, completou.</p>
<p>— Eu acho que o Marco Civil  da Internet é um instrumento que busca trazer valores de cidadania e  democracia. Por isso, acredito que os acontecimentos nos EUA tendem a  ecoar no Congresso brasileiro — disse.</p>
<p>Molon disse que os  parlamentares devem fazer uma autocrítica ao analisar a decisão da  Anatel de aprovar a guarda de logs. Ele considera que, enquanto o  Congresso não legislar, deixará espaço para que outros órgãos decidam e  assumam este papel.</p>
<p>Por: Mônica Tavares<br />
FONTE:<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/oglobo.globo.com/tecnologia/marco-civil-da-internet-deve-voltar-pauta-8703416');"  href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/marco-civil-da-internet-deve-voltar-pauta-8703416"> O GLOBO</a></p>
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		<title>[GLOBOESPORTE.COM] Ironizado, teto do Engenhão tem relatório cru. Projetista se defende</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 13:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa e Olimpíadas]]></category>

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		<description><![CDATA[A prefeitura convocou uma coletiva de imprensa às pressas esta manhã de sexta-feira para apresentar um relatório dos novos serviços para finalmente reabrir o Engenhão. O prazo para finalização das...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeitura convocou uma coletiva de imprensa às pressas esta manhã de  sexta-feira para apresentar um relatório dos novos serviços para  finalmente reabrir o Engenhão. O prazo para finalização das intervenções  &#8211; que consitem em escoramento da estrutura, reforço dos arcos e outras  peças secundárias &#8211; é de um ano e meio (18 meses). Mas pouco foi  explicado sobre a metodologia utilizada para comissão especial de  avaliação do estádio e o Consórcio Engenhão, formado pela Odebrecht e  OAS, chegarem à conclusão de novas obras com duração de 18 meses. Nos  slides, apenas fotos e as etapas dos serviços que devem ser preenchidos.  Nenhum novo relatório com explicação dos dados contestados pelas  empresas canadenses e inglesas. Apenas fotos e imagens no telão. No fim  da concorrida entrevista &#8211; que durou cerca de 40 minutos -, a mesa já se  levantava para ir embora, mas atendeu a pedido de jornalistas e  permaneceu por mais cinco minutos no auditório da prefeitura, na Cidade  Nova.</p>
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<p>O que se pretendia chamar mais a atenção na apresentação feita pelo  engenheiro da comissão Sebastião Andrade eram as fotos da vistoria da  última terça-feira (4 de junho). Todas imagens mostravam uma estrutura  metálica com deformações e outras falhas.</p>
<p>- As fotos deixam claro: o sistema está pedindo ajuda. Alguma coisa vai  acontecer com tanta movimentação do sistema. Algumas pessoas foram para  lá, outras para cá. Só Deus sabe o que vai acontecer. À medida que  chega a esse nível (de deformação), sai de perto &#8211; disse Andrade, na sua  explanação no início da coletiva.</p>
<p>Com bom humor, ele ainda comentou sobre uma das fotos que mostrava uma  estrutura em total deformidade, ora para esquerda, ora para a direita.</p>
<p>- Mais parecem as curvas da estrada de Santos &#8211; ironizou, antes de  voltar ao ponto inicial: que diante de toda a documentação exposta,  todas entrevistas com todos agentes do processo, o reforço estrutural  era imprescindível.</p>
<p>O GLOBOESPORTE.COM consultou o projetista da cobertura do estádio. O  projeto de Flavio D´Alambert é considerado culpado pelas falhas da  estrutura do teto do Engenhão. De posse das fotos divulgadas para a  imprensa, D´Alambert logo contestou o relatório da comissão.</p>
<p>- As fotos apresentadas são idênticas às que fiz em 2007, quando  liberamos o estádio. Uma delas (refere-se à do teto em &#8220;curvas da  estrada de Santos&#8221;) só foi tirada no ângulo contrário. Eu tirei da  esquerda para a direita, eles da direita para a esquerda &#8211; lembra  D´Alambert, responsável pela cobertura de dois outros estádios da Copa  de 2014: Castelão, em Fortaleza, e Arena Pantanal, em Cuiabá.</p>
<p>A Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (Abece),  através do vice-presidente Jefferson Dias de Souza Junior, disse que  ainda vai esperar a divugalção de um relatório completo da comissão para  &#8220;eventualmente&#8221; se pronunciar.</p>
<p>- O que queríamos ao contratar a empresa inglesa BRE, que contestou o  relatório dos alemães da SBP e que interditou o Engenhão, era contribuir  com os cuidados da segurança do estádio. A SBP tinha usado medidas de  carregamento que davam outra impressão sobre os riscos mínimos à  estrutura do Engenhão. E a BRE referendou os canadenses, referendou o  estudo do projetista. Se o novo laudo encontrou motivos para uma  interferência grandiosa, se foram detectados problemas mais profundos,  queremos ver para depois nos posicionarmos &#8211; disse o vice-presidente da  Abece.</p>
<p>Marcos Vidigal, engenheiro da Odebrecht e representante do Consórcio  Engenhão, lembrou que não havia consenso das medições nem entre  D´Alambert e o verificador, a empresa portuguesa TAL, que realizava  inspeções antes da entrega do estádio. O projetista contesta.</p>
<p>- Não eram divergências. Mesmo que cada um desse sua opinião, nós  sempre convergíamos para a análise mais crítica. Mas o que sempre ficou  muito claro é que deveria ter havido um monitoramento que, pelas fotos  que estou vendo, parece que nunca aconteceu. Se hoje precisa de um  grande reparo, é porque, infelizmente, nada ou muito pouco foi feito  antes. Deixei de vistoriar a obra após a entrega, em 2007, e fica claro  no relatório de manutenção: qualquer problema que houvesse, eu, o  projetista, deveria ter sido procurado. E nunca fui. Esse reforço, essas  intervenções poderiam ter sido feitas há muito tempo, sem a necessidade  de intervenção do estádio &#8211; diz D´Alambert.</p>
<div><img title="Montagem Engenhão vistoria (Foto: Divulgação)" src="http://s2.glbimg.com/MlqBnfetW4hVuOFWhJpyo0PZNlw=/top/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2013/06/07/engenhao3_2007_div.jpg" alt="Montagem Engenhão vistoria (Foto: Divulgação)" width="620" height="390" /><em>As  deformações nas tesouras do estádio também estavam relatadas em  relatórios e em imagens: a foto da direita, ainda sem teto montado já  aponta falhas na cobertura do Engenhão (Foto: Divulgação)</em></div>
<p>Na coletiva de imprensa, os participantes foram unânimes em falar em  erro de projeto, da empresa de D´Alambert, a Alpha. O projetista se  defende novamente. Ele lembra que tudo foi analisado em conjunto por  todos agentes da construção.</p>
<p>- Todos critérios da engenharia brasileira foram usados. Todo mundo foi  consultado: fabricantes, construtores, engenheiros&#8230; Ninguém tem poder  sozinho de dar diretrizes numa obra dessa complexidade, desse tamanho &#8211;  lembra o projetista da cobertura do Engenhão.</p>
<p><strong>Deputado pede relatório</strong></p>
<p>Em outra esfera, o presidente da Comissão Externa de Legado da Copa e  das Olimpíadas,  deputado federal Alessandro Molon, cobrou novamente da  prefeitura mais informações sobre a interdição do estádio e sobre as  intervenções finalmente definidas.</p>
<p>- Quase três meses depois da interdição do Engenhão, a prefeitura diz  que o estádio ficará 18 meses fechado, mas que não sabe nem quando a  obra começa nem quanto custará, é um atestado de incompetência. Os  laudos e estudos referentes ao Engenhão ainda não são públicos. A única  coisa pública é a vergonha nacional e internacional pela qual estamos  passando &#8211; disse o deputado, que enviou dois ofícios à Prefeitura do Rio  solicitando laudos e estudos sobre o estádio.</p>
<p>A assessoria do deputado informa ainda que na terça-feira, mesmo dia da  vistoria da comissão especial do Engenhão, o chefe da Casa Civil da  Prefeitura, Pedro Paulo, ligou para Molon e prometeu repassar ao  deputado até o fim desta semana os documentos.</p>
<p>- Até agora, no entanto, não recebemos nada &#8211; afirmou o deputado federal.</p>
<p>POR: Raphael Zarko<br />
FONTE: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2013/06/teto-da-discordia-comissao-ironiza-projetista-defende-e-relatorio-nada.html');"  href="http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2013/06/teto-da-discordia-comissao-ironiza-projetista-defende-e-relatorio-nada.html">GloboEsporte.com</a></p>
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		<title>Molon conversa com moradores de Magalhães Bastos sobre traçado da TransOlímpica</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jun 2013 22:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa e Olimpíadas]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado federal Alessandro Molou participou, neste sábado, de reunião com moradores de Magalhães Bastos, realizada na Paróquia São José. O bairro da Zona Oeste do Rio será afetado pela...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Alessandro Molou participou, neste sábado, de reunião com moradores de Magalhães Bastos, realizada na Paróquia São José. O bairro da Zona Oeste do Rio será afetado pela construção da TransOlímpica, que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro, locais de prova dos Jogos de 2016. O atual traçado defendido pela Prefeitura prevê a remoção de casas e estabelecimentos comerciais. Molon, que tem trabalhado para que seja acatado um traçado alternativo, em que um viaduto passaria por sobre terreno do Exército, reiterou seu compromisso com os moradores.</p>
<p>- Queremos que seja acatada uma alternativa que preserve o direito de moradia de todos os habitantes de Magalhães Bastos, pois todos têm direito a uma moradia digna. Não queremos apenas uma redução de danos &#8211; disse o deputado, muito aplaudido.</p>
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<p>Em 28 de abril, <a href="http://www.molon1313.com.br/molon-vai-a-magalhaes-bastos-em-busca-de-solucao-para-transolimpica/">Molon teve uma reunião com representante do Exército,  General Evangelho, e com o Padre Núbio, da Paróquia São José, além de  moradores</a>. O objetivo era apresentar a alternativa defendida por quem mora no bairro. No próximo dia 25, será a vez de reunir-se com o Comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, para buscar um consenso sobre a questão.</p>
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		<title>[CORREIO BRAZILIENSE] Tereza Cruvinel: A próxima batalha</title>
		<link>http://www.molon1313.com.br/correio-braziliense-tereza-cruvinel-a-proxima-batalha/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 01:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>

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		<description><![CDATA[O Senado realizava os ritos de passagem do constitucionalista Roberto Barroso para o STF enquanto a Câmara tentava digerir os vetos da presidente Dilma à Lei dos Portos. A próxima...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado realizava os ritos de passagem do constitucionalista Roberto Barroso para o STF enquanto a Câmara tentava digerir os vetos da presidente Dilma à Lei dos Portos. A próxima batalha entre o governo e o Congresso, entretanto, vem sendo preparada sem alarde: a votação, antes do recesso de julho, da emenda constitucional que torna impositiva a execução do Orçamento federal aprovado pelo Congresso. Para o bem e para o mal, ela pode mudar os costumes político-administrativas.</p>
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<p>O governo Dilma é contra e vem falando grosso contra a proposta, mas, entre os deputados, ela já se ganhou aquele selo do inexorável que, periodicamente, distingue alguns projetos de iniciativa do parlamento, tal como ocorreu com o projeto que determinou a partilha dos royalties do petróleo com todos os estados. Ou com o projeto alterando as regras para a criação e a fusão de municípios, que teve o texto-base aprovado anteontem. Motivos não faltam: 2014 está aí, os deputados querem se reeleger, precisam mostrar serviço aos eleitores e têm um rosário de queixas contra o governo nessa área.</p>
<p>Embora disposto a resistir ao tropel, os líderes governistas prestaram atenção ontem a uma emenda surgida em suas próprias fileiras: apresentada pelo deputado petista Alessandro Molon (PT-RJ), ela aplica uma saia justa na oposição, estendendo aos governos estaduais e municipais a execução imperativa. Não teria sentido, de fato, garrotear apenas a União. Mas ele fixa também as condições em que o Executivo, por razões diversas, ficaria dispensado da imposição.<br />
Embora ressalvando que se trata de iniciativa individual, Molon diz que a emenda pode representar um caminho do meio entre a camisa de força do texto original e a situação atual, em que o Orçamento meramente autorizativo representa uma carta branca para o governo executar o que quiser ou puder, como e quando quiser. E, com isso, as emendas dos parlamentares acabam sacrificadas. Agora mesmo, elas representam quase metade dos R$ 28 bilhões contingenciados do Orçamento deste ano.</p>
<p>Frequentemente, o governo libera os recursos no fim do ano, quando as prefeituras não têm mais tempo para licitar a contratação de obras ou serviços. “O que estou propondo”, diz ele, “é uma salvaguarda para as situações em que o governo, por razões de gestão, financeiras, técnicas ou jurídicas, terá dificuldades para executar uma despesa. Nesse caso, ele apresentará a justificativa fundamentada, publicando-a no Diário Oficial e na internet. De fato, diante de uma crise econômica ou de uma frustração de receita, seria insanidade exigir a realização de despesas sem lastro ou gravantes para as contas públicas. Uma licitação pode ter sido anulada e não ter havido condições jurídicas para a realização de outra. Ou poderia o governo concluir que uma obra em certo município é desnecessária, já havendo ali oferta do mesmo serviço.</p>
<p>Molon é dos poucos petistas que apontam virtudes na proposta de emenda constitucional, apresentada há 13 anos pelo falecido senador Antonio Carlos Magalhães, depois de um conflito com o presidente Fernando Henrique por questões orçamentárias. Foi aprovada pelo Senado em 2006. Em abril, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e agora está no último estágio antes de ir ao plenário, a comissão especial. ACM dizia que sua emenda acabaria com “a humilhação dos congressitas” e que beneficiaria a própria oposição. Molon diz algo parecido: “Fixadas as situações excepcionais, a proposta tornará a execução orçamentária mais transparente e republicana. Nenhum governo poderá, por exemplo, ser politicamente seletivo na liberação de emendas, premiando apenas os seus aliados. Isso também é avanço democrático”, diz ele.</p>
<p>Se a vontade palpável dos deputados se realizar, Dilma não poderá se valer dos vetos, como ontem. Emendas constitucionais, o Congresso aprova e promulga. Poderia o governo recorrer ao STF, intensificando a judicialização que o futuro ministro Barroso apontou ontem como algo a ser evitado.</p>
<p>Por: Tereza Cruvinel<br />
FONTE: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dzai.com.br/terezacruvinel/blog/terezacruvinel?tv_pos_id=131486');"  href="http://www.dzai.com.br/terezacruvinel/blog/terezacruvinel?tv_pos_id=131486">Correio Braziliense</a></p>
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		<title>Em debate na UERJ, o legado da Copa e das Olimpíadas no Rio</title>
		<link>http://www.molon1313.com.br/em-debate-na-uerj-o-legado-da-copa-e-das-olimpiadas-no-rio/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 20:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa e Olimpíadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em vez de aproveitar os grandes eventos esportivos para pensar que Rio de Janeiro queremos depois de 2016 &#8211; a exemplo do que foi feito em Londres para 2012 -,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em vez de aproveitar  os grandes eventos esportivos para pensar que Rio de Janeiro queremos  depois de 2016 &#8211; a exemplo do que foi feito em  Londres para 2012 -, a Prefeitura e o Governo do Estado utilizam a Copa do Mundo e  as Olimpíadas como pretexto para desengavetar políticas que há tempos  desejavam emplacar. Foi o que afirmou Molon em debate na Universidade Estadual do Rio de Janeiro  (UERJ) na segunda-feira, pela IV Semana de Ciências Sociais.</p>
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<p>O deputado federal, que é presidente da Comissão Externa de Legado da Copa e das Olimpíadas, criticou a ampliação do metrô até a Barra da Tijuca da forma como está sendo feita, uma mera extensão da Linha 1.</p>
<p>- É um crime o que se está fazendo com o metrô do Rio, ainda mais se a estação da Gávea for construída em apenas um nível . Metrô deve ser uma rede. O atual governador  prorrogou a concessão ao Metrô Rio até 2038 em troca deste péssimo trajeto. Tenho uma ação popular contra a prorrogação da licitação, porque houve uma mudança de contrato, o que obriga uma nova licitação -  disse Molon.</p>
<p>O deputado citou o caso de Londres como um exemplo. A cidade, sede dos Jogos em 2012, escolheu para a construção dos aparelhos esportivos a área mais degradada e esquecida, de forma a potencializar a revitalização. O solo na área escolhida era o mais contaminado da cidade. Após a despoluição do projeto &#8220;London Going Green&#8221;, o solo é o mais limpo.  No Rio, disse Molon, a opção foi por concentrar os aparelhos na Barra da Tijuca.</p>
<p>- É ruim para os outros bairros, que não ganham nada, e também ruim para a Barra, pois vai piorar a circulação que já é caótica. Parece até que o Rio de Janeiro só vai existir até 2016. E o Rio de 2017, como será? &#8211; questionou.</p>
<p>A professora da UERJ Maria Josefina concordou com as ponderações de Molon. Segundo Maria, as cidades do mundo global têm as  mesmas questões e  desafios das grandes empresas. Prevalece a ideia de que a cidade tenha sua  marca, sua  grife.</p>
<p>- Os megaeventos estão aqui para mostrar que há uma Cidade Maravilha. Mas não está dando para convencer todo mundo, pois a cidade ainda apresenta problemas.</p>
<p>O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) e Gustavo Mehl, do Comitê Popular Rio da Copa e Olimpíadas, também participaram do debate.</p>
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		<title>No Dia Mundial do Meio Ambiente, Molon apresenta projeto que regulamenta estudo de impacto ambiental</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 00:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[A população afetada por uma construção de grande porte deve ser ouvida sobre os possíveis impactos na sua região. O deputado federal Alessandro Molon apresentou nesta quarta-feira, Dia Mundial do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A população afetada por uma construção de grande porte deve ser ouvida sobre os possíveis impactos  na sua região. O deputado federal Alessandro Molon apresentou nesta quarta-feira, Dia  Mundial do Meio Ambiente, projeto de lei que regulamenta estudos de  impactos ambientais para projetos, planos ou programas que sejam  potencialmente lesivos ao meio ambiente. Segundo determina o <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=644D3972DB45C3B1BCEEA76EB2ADFFF0.node2?codteor=1096676&amp;filename=Tramitacao-PL+5716/2013');"  href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=644D3972DB45C3B1BCEEA76EB2ADFFF0.node2?codteor=1096676&amp;filename=Tramitacao-PL+5716/2013">Projeto de  Lei nº 5716 de 2013,</a> passa a ser obrigatória a ampla divulgação dos estudos, para garantir que a sociedade tenha espaço para se expressar durante todo o processo de elaboração do documento.</p>
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<p>Esta é uma tarefa difícil atualmente, pois muitas vezes os moradores de um bairro afetado, por exemplo, sequer ficam sabendo que está sendo elaborado um estudo. Para melhorar esta comunicação, o projeto de lei determina que o Estudo de Impacto Ambiental  (EIA) deve ser publicado na internet, sendo mantido com destaque no   site do órgão que vai elaborar o documento. A partir da data da publicação,   a população tem 15 dias para fazer comentários na rede   sobre o plano de trabalho proposto. Além disso, também devem ser   realizadas audiências públicas. Desta forma, a população pode   participar mais ativamente.</p>
<p>Outro mérito do projeto de Molon é a  criação da chamada Avaliação Ambiental Estratégica (AAE). No lugar de  se fazer uma série de estudos individuais para cada empreendimento numa mesma área,  passa a ser possível avaliar conjuntamente os impactos  apresentados pelos diversos projetos, planos ou programas. O agrupamento  permite detectar, de forma mais ampla, se o ecossistema local suporta  todas as consequências previstas pelas construções.</p>
<p>Para o caso de obras com verba pública, o Estudo de Impacto Ambiental   (EIA) passa a ser requisito prévio para  a &#8220;aprovação  de  planos  ou   programas   e   licenciamento   de   projetos   potencialmente     causadores   de significativa degradação ambiental&#8221;. Estas análises  devem contemplar, também, os impactos sociais, econômicos e de   bem-estar em   geral da população.</p>
<p><strong>Olhar atento para o meio ambiente </strong></p>
<p>Em 2012, durante os trabalhos pela reforma do Código Penal, Molon já havia apresentado <a href="http://www.molon1313.com.br/gazeta-do-povo-codigo-penal-camara-dos-deputados-tem-outras-propostas-de-mudanca/">projeto de lei para alterar o artigo 69A da Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605),</a> incluindo punição a quem deixa de implementar as medidas de monitoramento, mitigação ou compensação contidas em estudos de impactos ambientais. Este projeto, de número 4899, prevê pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa em caso de descumprimento. A pena pode  ser aumentada de um terço a dois terços se houver dano significativo ao  meio  ambiente.</p>
<p>Outro avanço proposto pelo Projeto  de Lei nº 4899 de 2012 é o aumento em trinta vezes no valor limite para  multas aplicadas em casos de crimes ambientais, que passa de R$ 3  milhões para R$ 5 bilhões. O montante é calculado considerando três  critérios objetivos: o valor da vantagem econômica auferida, a extensão  do dano ambiental causado e o porte financeiro do autor do crime. O  projeto, fruto da Subcomissão de Crimes e Penas, da Comissão de Constituição e Justiça, foi encaminhado pela Mesa Diretora à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.</p>
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		<item>
		<title>[TV CÂMARA] Dep. Alessandro Molon (PT-RJ) fala do andamento do Marco Civil da Internet</title>
		<link>http://www.molon1313.com.br/tv-camara-dep-alessandro-molon-pt-rj-fala-do-andamento-do-marco-civil-da-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 21:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberativismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Está pronto para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados o marco civil da internet. O projeto estabelece princípios, garantias, direitos e deveres dos usuários da rede mundial de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está pronto para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados o marco  civil da internet. O projeto estabelece princípios, garantias, direitos e  deveres dos usuários da rede mundial de computadores. Também define os  deveres dos provedores de acesso à internet e as diretrizes para o poder  público.</p>
<p><iframe id="player" type="text/html" width="380" height="350" src="http://www2.camara.gov.br/comum/player/embed.html?http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/TV/2013/06/tvcapalavraaberta20130605_alessandro_molon_internet.mp4"  frameborder="0"></iframe></p>
<p>Um dos maiores objetivos da proposta é criar uma lei que proteja os  direitos dos internautas, já que, atualmente, muitas práticas indevidas  na rede são levadas à Justiça, que tem de julgar sem ter o respaldo de  uma lei. Para entender melhor como está o andamento na Câmara do marco  civil da internet, o convidado é o relator do projeto, deputado  Alessandro Molon (PT-RJ).</p>
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<p>FONTE: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/materias/PALAVRA-ABERTA/444004-DEP.-ALESSANDRO-MOLON-%28PT-RJ%29-FALA-DO-ANDAMENTO-DO-MARCO-CIVIL-DA-INTERNET.html');"  href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/materias/PALAVRA-ABERTA/444004-DEP.-ALESSANDRO-MOLON-%28PT-RJ%29-FALA-DO-ANDAMENTO-DO-MARCO-CIVIL-DA-INTERNET.html">TV Câmara</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[FOLHA DE S. PAULO]  Comissão da Câmara aprova projeto que torna crime eleitoral denúncia falsa</title>
		<link>http://www.molon1313.com.br/folha-de-s-paulo-comissao-da-camara-aprova-projeto-que-torna-crime-eleitoral-denuncia-falsa/</link>
		<comments>http://www.molon1313.com.br/folha-de-s-paulo-comissao-da-camara-aprova-projeto-que-torna-crime-eleitoral-denuncia-falsa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 21:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>

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		<description><![CDATA[A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta terça-feira (4) um projeto de lei que tipifica no Código Eleitoral o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta  terça-feira (4) um projeto de lei que tipifica no Código Eleitoral o  crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.</p>
<p>A proposta segue para análise do plenário da Câmara. O projeto  estabelece pena de dois a oito anos de prisão para quem fizer denúncia  falsa, contra indivíduo inocente, atribuindo a ele prática de crime ou  ato infracional com intenção de prejudicá-lo eleitoralmente.</p>
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<p>O projeto fala que a punição deve ser aplicada para quem  &#8220;comprovadamente ciente da inocência do denunciado e com finalidade  eleitoral, divulga ou propala por qualquer meio ou forma, o ato ou fato  que lhe foi falsamente atribuído&#8221;.</p>
<p>Para quem cometer esse crime, o texto prevê que poderá ser alvo de  processo judicial, investigação administrativa, inquérito civil ou ação  de improbidade administrativa.</p>
<p>Alguns deputados questionam o projeto. Segundo eles, a proposta pode  ferir a liberdade de expressão, tendo efeitos até para veículos de  comunicação, e inibir denúncias contra candidatos.</p>
<p>Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), a proposta representa uma  &#8220;nova mordaça&#8221; e não faz sentido criar uma figura penal específica para  candidato porque atualmente é crime promover denúncia falsa. O Código  Penal também prevê prisão de dois a oito anos de prisão para denunciação  caluniosa, além de multa.</p>
<p>&#8220;Considero que esse projeto é um grave retrocesso para o combate à impunidade e à liberdade de expressão. É uma nova mordaça e se for aprovado vai inibir muito as denúncias&#8221;.  Segundo o petista, que votou contra a matéria, a proposta é frágil  porque trata como infração penal qualquer acusação. &#8220;Até mesmo acusar um  candidato de furar o sinal vermelho pode levar à condenação. Não faz  sentido&#8221;, completou.</p>
<p>Relator do projeto, o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) afirma que a  ideia do projeto é evitar o uso político da denúncia. Ele rebateu a tese  de que a proposta atenta contra a imprensa. Em sua avaliação, um  veiculo de comunição só será punido se ficar provado que agiu em conluio  para denegrir a imagem de um candidato.</p>
<p>O relator, porém, admite que isso pode ter impacto em médias e pequenas  cidades do país. &#8220;Quando a gente desce para Estados que não tem imprensa  tão livre que é operada por grupos políticos que preparam preparando o  dossiê e tem veículo para divulgar para divulgar, o projeto pode ter  efeito&#8221;.</p>
<p>POR: Márcio Falcão<br />
FONTE: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1289857-comissao-da-camara-aprova-projeto-que-torna-crime-eleitoral-denuncia-falsa.shtml');"  href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1289857-comissao-da-camara-aprova-projeto-que-torna-crime-eleitoral-denuncia-falsa.shtml">Folha de S. Paulo</a></p>
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